Mulheres diversas em retrato institucional
Rede de informação estruturada
Mulher em silêncio, contemplativa

É VIOLÊNCIA?

  • Violência contra a mulher
  • Compreensão de situações
  • Direitos e orientação
  • Tecnologia social com IA

Inteligência para compreender situaçõesde violência contra a mulher,orientar e conhecer seus direitos.

Um protótipo de tecnologia social que utiliza inteligência artificial para ajudar a organizar e compreender relatos de situações que podem envolver violência contra a mulher, oferecendo informação e orientação dentro de limites claramente definidos.

A tecnologia não diagnostica, não decide e não substitui profissionais ou serviços públicos.

role para percorrer
01Informação

Compreender nem sempre é imediato.

Situações de violência podem envolver comportamentos, relações e circunstâncias que nem sempre são reconhecidos ou compreendidos imediatamente por quem os vivencia. O projeto parte da necessidade de transformar informações complexas em uma estrutura que favoreça compreensão, esclarecimento e autonomia.

  • 01Situações de violência podem apresentar diferentes formas e dinâmicas.
  • 02Determinados comportamentos podem permanecer naturalizados.
  • 03Pode existir dificuldade para compreender o que está acontecendo.
  • 04Informação acessível pode contribuir para ampliar a autonomia.
  • 05A tecnologia pode organizar informações sem substituir decisões humanas.
Mulher em silêncio, olhando pela janela
Mãos digitando um relato em um computador, à noite
02Relatos

Um protótipo de tecnologia social.

Concebido para demonstrar como inteligência artificial e uma estrutura de análise orientada podem auxiliar na compreensão de situações relacionadas à violência contra a mulher.

Funções

Organização do relato

Identificação estruturada de comportamentos

Compreensão

Esclarecimento

Informação normativa

Orientação

Possibilidades de auxílio

Limites explícitos

  • Não diagnostica.
  • Não determina juridicamente que ocorreu um crime.
  • Não substitui profissionais.
  • Não substitui serviços públicos.
  • Não decide pela mulher.
  • Não representa uma validação institucional concluída.
  • Não deve ser interpretado como instrumento de decisão automatizada.
03Compreensão

Um fluxo orientado, do relato à orientação.

A arquitetura permite que a usuária apresente seu relato e acompanhe uma organização estruturada das informações. A interpretação apresentada pode ser confirmada, questionada ou complementada pela própria usuária.

Camadas translúcidas representando raciocínio de inteligência artificial
01

Relato

A usuária conta o que aconteceu com suas próprias palavras.

02

Organização por IA

O relato é organizado em acontecimentos e elementos relevantes.

03

Compreensão

Comportamentos e possíveis dinâmicas são apresentados de forma estruturada.

04

Confirmação da usuária

A usuária pode confirmar, questionar ou complementar a interpretação apresentada.

05

Esclarecimentos

Informações ausentes ou pontos de dúvida podem ser esclarecidos.

06

Informação normativa

São apresentadas informações sobre direitos e legislação aplicável, dentro dos limites informativos do protótipo.

07

Orientação

São apresentadas possibilidades de orientação compatíveis com as informações disponíveis.

08

Possibilidades de auxílio

O sistema pode indicar possibilidades de busca de apoio, sem substituir os serviços responsáveis.

04Inteligência

Conheça a proposta em poucos segundos.

Uma apresentação conceitual da proposta e da arquitetura do protótipo.

É VIOLÊNCIA? — Inteligência para compreender, orientar e conhecer seus direitos.

O protótipo funcional está publicado separadamente desta página institucional. Aqui não há reprodução das telas, dos fluxos ou das funcionalidades do sistema.

Esta página tem finalidade de apresentação, documentação e demonstração da proposta.

Acessar o protótipo
05Demonstração

Veja como a proposta funciona na prática.

Espaço destinado à demonstração do fluxo proposto e da interação com o protótipo.

Espaço reservado para demonstração do funcionamento do protótipo.

60–90 segundos

Malha de nós de informação conectados
06Estrutura

Não é simplesmente um chatbot.

A proposta utiliza inteligência artificial como instrumento de análise orientada. O objetivo não é substituir a avaliação humana, mas estruturar informações apresentadas pela própria usuária e transformá-las em uma sequência de compreensão, esclarecimento, informação e orientação.

Relato
Organização
Compreensão
Inteligência
Orientação

Como a análise se organiza

01Análise estruturada do relatoOrganização dos elementos apresentados pela usuária.
02Utilização das informações apresentadas pela própria usuáriaA análise parte das informações fornecidas no próprio relato.
03Identificação organizada de comportamentos e dinâmicasOs elementos do relato são organizados para favorecer sua compreensão.
04Possibilidade de confirmação ou correção pela usuáriaA interpretação apresentada pode ser questionada, corrigida ou complementada.
05Atualização da análiseNovas informações podem alterar a organização apresentada.
06EsclarecimentosA estrutura permite solicitar esclarecimentos quando necessário.
07Informação normativa pertinenteInformações gerais sobre direitos e legislação aplicável podem ser apresentadas.
08OrientaçãoO sistema apresenta possibilidades de orientação dentro de seus limites.
09Possibilidades de auxílioO percurso pode indicar caminhos para busca de apoio adequado.
07Autonomia

Autonomia também é poder escolher.

O Portal da Mulher foi concebido para reduzir barreiras de acesso e preservar a autonomia da usuária sobre aquilo que deseja informar, consultar e continuar.

A proposta prioriza uma experiência em que a pessoa possa compreender as informações apresentadas antes de decidir quais caminhos deseja seguir.

Alcance ampliado

Por ser uma solução digital, o É Violência? pode chegar a mulheres que disponham de um celular com acesso à internet, ampliando as possibilidades de acesso à informação, orientação e reconhecimento de situações de violência, independentemente de sua localização.

Características técnicas relacionadas a armazenamento, segurança, anonimização, tratamento e governança de dados deverão ser definidas e validadas de acordo com requisitos técnicos, jurídicos e institucionais antes de eventual implantação.

Mulher caminhando em direção à luz ao final de um corredor
08Arquitetura

Três camadas conceituais.

As camadas descrevem a arquitetura proposta: acesso, apoio profissional e inteligência sob governança. Nenhuma delas é apresentada como funcionalidade institucional já implantada.

Portal da Mulher
Camada 1

Portal da Mulher

Compreensão, esclarecimento, informação e orientação.

Portal Profissional
Camada 2

Portal Profissional

Apoio profissional e possibilidade de análise estruturada, condicionados à definição e validação dos fluxos institucionais apropriados.

Inteligência e Governança
Camada 3

Inteligência e Governança

Possibilidade futura de produção de inteligência agregada para pesquisa, prevenção e apoio à formulação de políticas públicas, condicionada à validação técnica, metodológica, institucional e aos requisitos de proteção e governança de dados.

Corredor institucional com colunas e um feixe de luz
09Justiça e limites

Tecnologia responsável exige limites.

Limites explícitos, revisabilidade pela usuária e ausência de decisão automatizada fazem parte do desenho da proposta.

A IA é um instrumento de apoio à compreensão.

O sistema não possui autoridade decisória.

O protótipo tem caráter informativo.

A avaliação profissional continua necessária quando aplicável.

Qualquer implantação institucional depende de validação prévia.

O protótipo não deve ser interpretado como evidência de eficácia institucional antes da realização das etapas de validação previstas.

10Governança e políticas públicas

Inteligência agregada como possibilidade futura.

Em uma etapa futura, e somente após definição dos requisitos técnicos, metodológicos, éticos, jurídicos e institucionais adequados, os dados produzidos pelo sistema poderão ser objeto de análises agregadas destinadas à pesquisa, prevenção e apoio à formulação de políticas públicas.

Essa possibilidade exige uma arquitetura de governança própria. Nada disso está implantado no protótipo atual.

Minimização de dados

Finalidade específica

Segregação entre dados operacionais e analíticos

Anonimização ou pseudonimização quando aplicável

Controle de acesso

Registros de auditoria

Responsabilidades definidas sobre produção e uso das análises

11Do protótipo à validação

Do protótipo à validação.

O protótipo representa a materialização inicial da proposta. A próxima etapa é verificar, com método e evidência, se a arquitetura concebida funciona de acordo com seus objetivos e limites.

Por envolver tecnologia aplicada a situações de violência contra a mulher, essa etapa não deve ser conduzida de forma isolada. A proposta requer apoio de órgãos públicos responsáveis, profissionais especializados, pesquisadores e instituições parceiras.

O projeto busca apoio institucional e financiamento para viabilizar a fase de testes e validação.

  1. Problema
  2. Pesquisa
  3. Modelo
  4. Desenvolvimento
  5. Protótipo
  6. Testesfutura
  7. Validaçãofutura
  8. Escalafutura

As etapas de testes, validação e escala são futuras e ainda não foram realizadas.

12Teste e validação

Como queremos validar a proposta.

A validação deverá ser estruturada como uma etapa específica do projeto, com participação institucional e avaliação especializada.

O objetivo não é apenas verificar se o protótipo funciona tecnicamente, mas avaliar se ele funciona de acordo com os princípios, objetivos e limites para os quais foi concebido.

Validação técnica

Funcionamento dos componentes e fluxos do protótipo.

Validação metodológica

Adequação do modelo de análise e do protocolo de avaliação.

Fluxo e usabilidade

Compreensão e navegabilidade do percurso proposto.

Linguagem e compreensão

Clareza, adequação e inteligibilidade das informações.

Coerência da análise

Compatibilidade entre as informações apresentadas pela usuária e a organização produzida pelo sistema.

Revisabilidade

Possibilidade de confirmação, questionamento e correção pela usuária.

Limites da tecnologia

Verificação de que o sistema não produz diagnóstico, decisão jurídica ou substituição de profissionais e serviços.

Proteção e governança de dados

Avaliação dos requisitos necessários para tratamento responsável das informações.

Pessoas em articulação institucional
13Apoio institucional

A validação precisa ser construída em rede.

O projeto reconhece que uma proposta dessa natureza não deve avançar para aplicação institucional sem avaliação adequada. Por isso, a próxima fase depende da participação de instituições com competência técnica, metodológica e institucional para contribuir com a validação do modelo.

Não buscamos validar sozinhos uma tecnologia destinada a um problema social complexo. Buscamos construir essa validação com quem possui responsabilidade, conhecimento e estrutura para fazê-lo.

O que precisamos para avançar.

Apoio institucional

Participação de órgãos responsáveis pela proteção, atendimento e formulação de políticas relacionadas à violência contra a mulher.

Validação técnica

Especialistas para avaliar funcionamento, arquitetura, segurança e limites do protótipo.

Validação metodológica

Pesquisadores e instituições acadêmicas para contribuir com desenho, aplicação e avaliação do protocolo de testes.

Ambiente para testes

Condições institucionais adequadas para testar a proposta de forma responsável e acompanhada.

Financiamento

Recursos para pesquisa, desenvolvimento tecnológico, testes, avaliação e preparação da fase piloto.

Parceria para o piloto

Construção de uma aplicação piloto após as etapas necessárias de validação.

Não apresentamos uma solução concluída. Apresentamos uma proposta materializada em um protótipo e buscamos apoio para produzir evidências sobre sua viabilidade.

O objetivo da próxima fase é transformar uma hipótese tecnológica em uma proposta validada com método, responsabilidade e participação institucional.

Para avançar, o projeto busca:

  • apoio institucional
  • apoio técnico
  • apoio metodológico
  • especialistas para avaliação
  • instituições parceiras para construção dos testes
  • financiamento para a fase de validação
  • estrutura tecnológica compatível com uma eventual operação em escala

Não estamos apresentando uma tecnologia como solução já comprovada. Estamos apresentando um protótipo suficientemente estruturado para demonstrar uma proposta e buscar os parceiros necessários para testá-la.

14Testes e validação a construir

Testes e validação a construir.

O protótipo foi construído para ser submetido a uma próxima etapa de validação.

Por se tratar de uma tecnologia destinada a um problema social complexo, os testes não devem ser conduzidos isoladamente pela autora ou pela equipe de desenvolvimento.

A proposta é construir uma etapa de validação com participação de instituições e profissionais responsáveis pelas áreas envolvidas, garantindo avaliação técnica, metodológica, ética e institucional antes de qualquer implantação.

Teste funcional

Verificar se os fluxos e funcionalidades previstos correspondem à arquitetura proposta.

Teste de usabilidade

Avaliar clareza, compreensão, acessibilidade e experiência de utilização.

Teste de linguagem

Avaliar se as respostas e informações são compreensíveis, responsáveis e adequadas ao contexto.

Teste dos fluxos

Verificar a coerência dos caminhos previstos para relato, compreensão, orientação e encaminhamento.

Avaliação técnica

Analisar segurança, arquitetura, tratamento de dados e limites tecnológicos.

Avaliação metodológica

Avaliar a coerência do modelo com os objetivos de pesquisa e prevenção.

Avaliação institucional

Construir a participação de órgãos e instituições competentes na avaliação da proposta.

Avaliação de impacto

Definir posteriormente indicadores e metodologia para avaliar resultados, após a validação inicial.

Silhueta caminhando em direção à luz
15Transformação

Etapas futuras previstas.

As etapas apresentadas representam um percurso futuro de desenvolvimento e dependem de validação, recursos, participação institucional e construção de parcerias.

  1. Validação técnicafutura
  2. Validação metodológicafutura
  3. Testes com especialistasfutura
  4. Pilotofutura
  5. Avaliação de impactofutura
  6. Escalafutura

Validação técnica

Avaliar funcionamento e arquitetura.

Validação metodológica

Avaliar o modelo e o protocolo de avaliação.

Testes com especialistas

Submeter a proposta à análise de profissionais e pesquisadores pertinentes.

Piloto

Aplicar a proposta em ambiente institucional adequado, após as validações necessárias.

Avaliação de impacto

Investigar resultados e efeitos da aplicação.

Escala

Avaliar condições para expansão e replicabilidade.

16Estudo de caso

Do problema ao protótipo.

Um percurso de investigação, modelagem e desenvolvimento tecnológico orientado à criação de uma proposta de apoio à compreensão de situações de violência contra a mulher.

Retrato coletivo de mulheres
Etapa 1

Problema

A violência contra a mulher permanece como problema social complexo, atravessado por relações de poder, padrões culturais, desinformação e dificuldades de acesso à informação qualificada.

Etapa 2

Hipótese

Uma tecnologia social orientada por inteligência artificial pode contribuir para organizar relatos, identificar padrões comportamentais, ampliar a compreensão de situações de violência e apresentar informações normativas e possibilidades de orientação, sem substituir profissionais ou serviços públicos.

Etapa 3

Modelo

Propõe-se uma arquitetura em camadas que articula acesso da mulher à informação, análise estruturada do relato e possibilidade futura de produção de inteligência agregada, condicionada à validação técnica, metodológica, ética e institucional.

Etapa 4

Desenvolvimento

O desenvolvimento resultou em um protótipo conceitual e funcional destinado a demonstrar como esse modelo poderia operar.

Etapa 5

Protótipo

O protótipo materializa a arquitetura proposta e permite visualizar os fluxos, conceitos e possibilidades de interação previstos pelo modelo.

Etapa 6

Testes

Os testes ainda não foram realizados como validação institucional. A próxima etapa é estruturar um processo de testes com participação de profissionais e órgãos competentes, mediante apoio técnico, metodológico e institucional.

Etapa 7

Resultados

Nesta fase, não são apresentados resultados de eficácia. O principal resultado atual é a construção do protótipo e a formalização de uma proposta passível de validação.

Etapa 8

Limitações

O protótipo não diagnostica, não determina juridicamente a ocorrência de crimes, não substitui profissionais, não substitui serviços públicos e não toma decisões pela mulher.

Etapa 9

Próxima fase

Buscar apoio institucional e financiamento para conduzir testes controlados, avaliação técnica e metodológica, análise de impacto e eventual desenvolvimento de uma versão preparada para escala.

17Pesquisa e autoria

Uma pesquisa que chegou ao protótipo.

Antes de existir como tecnologia, a proposta existiu como investigação: sobre violência de gênero, estruturas sociais, relações de poder e o papel das mulheres na sociedade brasileira.

A pesquisa que fundamenta o eViolência vem sendo construída ao longo de anos de investigação sobre violência, gênero, comunicação, tecnologia e sociedade, com produção acadêmica e livros publicados sobre temas relacionados.

Esse percurso foi ampliado durante o mestrado na Universidad Europea del Atlántico, realizado com bolsa, culminando na conclusão da pesquisa com nota 10/10 e diploma com Apostila de Haia.

A partir desse aprofundamento foi desenvolvido o Voz por Igual, projeto de dissertação que propõe o uso estratégico da inteligência artificial, da educação digital e das redes sociais na prevenção da violência de gênero, submetido à UNESCO para financiamento.

O eViolência é uma das faces práticas desse projeto: um protótipo concebido para investigar, na prática, como a tecnologia pode contribuir para compreender, orientar e prevenir situações de violência contra mulheres.

Retrato de Manuela Magalhães, pesquisadora e autora do projeto
Manuela MagalhãesPesquisadora e autora do projeto Voz por Igual
18Trajetória

Pesquisa, produção e continuidade.

Artigos científicos

  • MAGALHÃES CONCEIÇÃO, Manuela Bonfim. (2023). Necessidade de políticas públicas para combater a violência de gênero no Brasil. MLS Law and International Politics, 2(1). DOI: 10.58747/mlslip.v2i1.2059
  • MAGALHÃES CONCEIÇÃO, Manuela Bonfim. (2024). Militância de internet: o quanto pode uma hashtag? MLS Communication Journal, 2(2). DOI: 10.69620/mlscj.v2i2.3211
  • MAGALHÃES CONCEIÇÃO, Manuela Bonfim. (2024). A pedra no meio do caminho: onde o enfrentamento à violência de gênero na Bahia tropeça? MLS Law and International Politics, 3(1). DOI: 10.58747/mlslip.v3i1.2747

ORCID: 0009-0006-9224-7976

2024

Entre lutas e likes: o poder do ativismo digital na militância feminina

2022

As mulheres de 1988: o empoderamento feminino no cenário político brasileiro

2026

Nem Amor, Nem Acaso: Engrenagem

Outras produções

  • Do doce açúcar ao amargo da escravidão: história da Bahia2025
  • Memórias do Paraguaçu: reflexos de um passado presente2018
  • Uma Viagem de Cura2024
  • Amor de WhatsApp: as esperas de um relacionamento a distância2025

Da pesquisa ao protótipo.

  1. Pesquisa
  2. Problema social
  3. Modelo conceitual
  4. Arquitetura
  5. Protótipo
  6. Validação a construirfutura

O protótipo não surgiu como uma ideia isolada. Ele representa a materialização tecnológica de uma trajetória de pesquisa que investiga como comunicação, educação digital, inteligência artificial e redes sociais podem contribuir para a compreensão e prevenção da violência de gênero.

A etapa atual é de prototipagem. A próxima etapa não é declarar que a solução está validada, mas construir condições para que ela seja tecnicamente, metodologicamente e institucionalmente testada.

Ver como a proposta funciona
Mãos de pessoas diversas unidas em rede
19Redes e sociedade

Um protótipo pronto para avançar para a próxima fase.

A evolução do projeto depende da construção de uma rede capaz de reunir pesquisa, validação, tecnologia, financiamento e articulação institucional.

Pesquisa

Produção de conhecimento e evidências.

Validação

Avaliação técnica e metodológica.

Parceria institucional

Articulação com instituições responsáveis e competentes.

Financiamento

Recursos para pesquisa, testes e desenvolvimento.

Inovação

Aprimoramento da proposta tecnológica.

Desenvolvimento tecnológico

Evolução do protótipo em direção às próximas fases.

Estamos buscando instituições interessadas em participar da próxima fase do projeto. O objetivo é construir, de forma colaborativa, a validação técnica e metodológica do protótipo e avaliar sua viabilidade para uma futura aplicação piloto.

São bem-vindas manifestações de interesse relacionadas a pesquisa, validação, apoio institucional, financiamento, desenvolvimento tecnológico e construção de piloto.

Falar sobre parceria
20Fase atual

O que buscamos agora.

O projeto encontra-se em fase de prototipagem e busca caminhos institucionais para a sua próxima etapa: a validação técnica e metodológica.

Interessa ao projeto, nesta fase, a participação em concursos e editais, oportunidades relacionadas ao doutorado, licitações e contratações públicas pertinentes, além de outras oportunidades institucionais compatíveis com a natureza da proposta.

Trata-se de um percurso de pesquisa: a etapa seguinte é submeter o protótipo a testes técnicos, metodológicos e institucionais, com participação de profissionais e órgãos competentes.

Não se trata de implantar uma solução pronta, mas de percorrer a etapa necessária para descobrir, testar, avaliar, corrigir e validar o modelo antes de qualquer expansão.

Distinção estratégica

Página institucional
Apresenta conceito, pesquisa, arquitetura, trajetória, documentação e proposta.
Protótipo
Demonstra concretamente a arquitetura e a experiência concebidas.
Validação
Etapa futura, a ser realizada com apoio técnico, metodológico e institucional.
21Contato institucional

Agora precisamos testar.

O protótipo existe. A pesquisa existe. A arquitetura está estruturada.

O próximo passo é colocar a proposta sob avaliação de quem possui conhecimento técnico, experiência institucional e responsabilidade pública para ajudar a determinar se — e como — ela deve avançar.

E-mail
eviolencia.contato@yahoo.com